Dívida Técnica & Auditoria de Infraestrutura
Dívida técnica não é problema de código — é problema de operação. Sistemas legados, automações frágeis e auditorias estáticas custam mais do que você imagina.
- [+] 70% dos bancos em modernização ativa de sistemas core (Celent, 2023)
- [+] 112-131 aplicações SaaS no enterprise médio — SaaS sprawl (Productiv, 2024)
- [+] 70% do potencial de automação não explorado por fragilidade de RPAs (McKinsey, 2023)
O Problema
SaaS Sprawl
Empresas usam mais de 100 ferramentas SaaS desconectadas. Dados ficam fragmentados, workflows manuais proliferam e shadow IT cresce.
RPA Frágil
Bots tradicionais quebram quando um campo muda de posição. Segundo a McKinsey, a maior parte do potencial de automação fica inexplorado porque RPAs não se adaptam a variações.
Auditorias Estáticas
SOC 2, ISO 27001 e LGPD são validados uma vez por ano. Ambientes cloud mudam a cada minuto. Compliance e realidade ficam desalinhados.
Código Legado
Sistemas críticos em stacks desatualizadas, sem documentação. Cada mudança vira risco. Migração manual leva meses.
Como Resolvemos
Ingestão Autônoma de Codebases
Agentes leem repositórios inteiros, extraem ASTs, montam grafos de dependência e documentam regras de negócio implícitas antes de tocar uma linha.
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Certificação Contínua
Em vez de auditorias anuais, agentes testam continuamente propriedades de segurança, disponibilidade e compliance em tempo real.
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Migração Determinística
Planos de migração versionados (SOPs) que agentes executam de forma atômica. PRs com testes de paridade garantem que o comportamento é preservado.
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Metodologia de Auditoria e Eliminação
A auditoria de dívida técnica da Witek segue um processo em 4 etapas, desenhado para identificar onde a dívida causa mais impacto e eliminá-la sem paralisar entregas.
Etapa 1 — Ingestão e mapeamento. Agentes autônomos ingerem a codebase completa, mapeiam dependências, identificam hotspots e geram um relatório priorizado por impacto no pipeline. Essa etapa leva entre 3 e 5 dias úteis.
Etapa 2 — Priorização por métricas DORA. O relatório ordena os problemas por severidade e impacto nas quatro métricas DORA: deploy frequency, lead time for changes, change failure rate e mean time to recovery. Isso garante que o primeiro problema atacado é o que mais trava o negócio.
Etapa 3 — Eliminação cirúrgica. Agentes executam refatorações de forma incremental, com validação automatizada a cada etapa. O produto continua entregando enquanto a dívida é reduzida — sem sprints de refatoração que travam o roadmap.
Etapa 4 — Medição e ciclo contínuo. Após cada ciclo de eliminação, medimos a melhora nas métricas DORA e repetimos. O custo por sprint diminui progressivamente porque os agentes acumulam contexto via Doutrina.
Tempo médio de auditoria
3-5 dias úteis para o relatório completo. A eliminação é incremental e começa na semana seguinte à aprovação do plano.
Resultado esperado
Redução de 35% em incidentes críticos e melhora mensurável nas métricas DORA em até 12 semanas. Pricing por resultado entregue, não por hora.
Case Relacionado
HealthTech Series A — Eliminação de Dívida Técnica
-65% de dívida técnica em 8 semanas, 0 regressões em produção
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FAQ
Quanto tempo leva uma auditoria de infraestrutura com agentes?
A análise inicial da codebase e pipeline leva 2-4 semanas (assessment + deploy piloto). A partir daí, os agentes monitoram e auditam continuamente — não é um evento pontual.
Funciona com código COBOL, Java legado ou mainframes?
Sim. Nossos agentes de modernização ingerem qualquer linguagem, mapeiam dependências e geram planos de migração para stacks modernas (TypeScript, Go, etc.) com paridade funcional validada.
Como isso se compara a contratar uma consultoria de modernização?
Consultorias cobram por hora e o trabalho é manual. Nós cobramos por resultado entregue (microsserviço migrado e validado). Agentes trabalham 24/7 e cada execução melhora a próxima.
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