Contexto

LogTech brasileira em fase de escala com operação 24/7 para 200+ transportadoras. A plataforma processava 15 mil rastreamentos por minuto, mas cada deploy exigia uma cerimônia de 4 horas: review manual de runbook, deploy em staging, smoke tests manuais, deploy em produção e monitoramento de 30 minutos pós-deploy.

Com apenas 3 SREs, o time gastava 60% da capacidade em deploys e firefighting. Incidentes noturnos acordavam engenheiros 3 vezes por mês. Cada hora de downtime custava R$ 85k em penalidades de SLA.

Solução

Três agentes autônomos operando a esteira de deploy e observabilidade:

  1. Deploy Guardian: executa canary releases com validação automática de métricas (error rate, latência p99, saturação). Se anomalias são detectadas nos primeiros 5 minutos, aciona rollback antes do impacto chegar ao cliente.
  2. Incident Resolver: ingere alertas do PagerDuty, correlaciona logs e traces via OpenTelemetry, identifica root cause e executa o runbook de remediação correspondente. Só escala para humanos se a confiança na correção for inferior a 90%.
  3. Runbook Agent: mantém runbooks atualizados automaticamente — quando a infraestrutura muda, reescreve os procedimentos de recuperação correspondentes.

Resultado

MTTR caiu de 3.5 horas para 4 minutos. Uptime subiu de 99.2% para 99.97%. A frequência de deploys quadruplicou — de 3 por semana (manuais) para 12 por semana (zero-touch). Os SREs foram realocados para arquitetura e não são mais acordados de madrugada.

Modelo de cobrança: base mensal pela operação da frota de agentes + bônus financeiro atrelado à redução comprovada do MTTR.